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Projeto Paulo Freire debate políticas públicas como direito social

A Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), através do Projeto Paulo Freire, realizou o “Encontro de Formação em Políticas Públicas: Reconhecimento e Promoção de Direitos dos Povos do Semiárido” entre os dias 6 e 10 de novembro. O objetivo do evento, que contou com a participação do secretário do Desenvolvimento Agrário, Dedé Teixeira, foi a formação conceitual e metodológica das equipes prestadoras de Assistência Técnica Contínua (ATCs).

“Esse encontro marca o início da arrancada do Paulo Freire e contou com participação das equipes responsáveis pela capacitação das famílias em acesso as políticas públicas e também dos profissionais responsáveis pela construção das cisternas e da operacionalização das Estações de Tratamento Móveis (ETAs móveis)”, definiu a coordenadora da Paulo Freire, Iris Tavares, sobre o evento composto por diálogos, oficinas, palestras e eventos culturais.

Para o secretário Dedé Teixeira as capacitações e encontros realizados garantem que os técnicos e associações cumpram o verdadeiro propósito do Paulo Freire. “Só os técnicos que estarão no dia a dia das comunidades sabem mensurar a importância desse Projeto para as comunidades que são tão carentes. Então, é imprescindível que as associações de apoio e os técnicos estejam em total sintonia com a metodologia do Paulo Freire”, declarou.

Fique por dentro

O Eixo de Políticas Públicas estima atingir um público de 60.000 famílias distribuídas em 31 municípios localizados de seis territórios cearenses. O grupo é formado por instituições não governamentais selecionadas pelo Governo do Ceará que executam o eixo estratégico do Projeto Paulo Freire com o suporte pedagógico da cartilha: “Políticas Públicas para os povos do Semiárido: avanços e desafios”.

O documento, que contribui para a construção de um pensamento crítico em relação ao impacto das políticas públicas, está organizado em cinco blocos temáticos: Terra, Trabalho e Produção; Água, Soberania e Segurança Alimentar; Direitos Humanos e Educação; Mulheres e Jovens Rurais; e Povos e Comunidades Tradicionais (pescadores artesanais, quilombolas e indígenas).